Alguns filmes não saem de nossa memória, não é mesmo?
Cloverfield é um desses filmes. Embora utilize uma técnica que já havia sido explorada em outras produções — o found footage, em que a história é apresentada por meio de imagens supostamente encontradas —, o filme consegue transformar essa linguagem em uma experiência particularmente intensa.
A câmera instável, a visão limitada dos personagens e a sensação de que estamos acompanhando acontecimentos registrados no meio do caos ajudam a criar uma experiência diferente de um filme de monstros convencional. Em vez de observar a destruição de longe, o espectador fica preso no meio dela.
Se você sabe o que é, mas ainda não viu: você precisa ver. Acredite, você provavelmente vai adorar se gosta de terror, monstros e histórias que não entregam todas as respostas de imediato.
E...
Se você nem conhece ou nunca ouviu falar desse clássico, clique em “ASSISTIR VÍDEO” logo abaixo para conferir o trailer.
Cloverfield acompanha um grupo de jovens em Nova York quando uma criatura gigantesca surge e transforma uma noite comum em uma corrida desesperada pela sobrevivência. O filme foi lançado em 2008, tem 85 minutos e foi dirigido por Matt Reeves, com produção de J. J. Abrams e roteiro de Drew Goddard. citeturn1search0
POR QUE FUNCIONA?
O grande trunfo de Cloverfield é a perspectiva. Você não recebe uma visão completa da criatura ou da catástrofe; acompanha tudo a partir do que os personagens conseguem registrar e compreender naquele momento. Essa escolha ajuda a transformar o desconhecido em parte do terror.
“Você não está assistindo à destruição de Nova York.
Você está tentando sobreviver a ela.”
Na época do lançamento, o filme também chamou atenção pela campanha de divulgação extremamente misteriosa. O primeiro teaser apareceu sem revelar sequer o título do longa, apresentando apenas a data 18-01-08. A estratégia ajudou a alimentar teorias e especulações antes da estreia. citeturn1search24turn1search28
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Parece bom.
ResponderExcluirBeijos!
É muito bom Janice. Eu adoro. :)
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