DINING ROOM
Olá amantes do terror, como vão? Espero que ótimos!
Vocês querem ver uma coisa muito doida? Então assistam esse filme experimental criado por David B. Earle. O curta foi concebido para funcionar como um loop: não existe um começo ou fim absoluto, porque o próprio filme retorna sobre si.
É uma experiência estranha, desconfortável e, dependendo de como você assiste, bastante assustadora.
A imagem original da postagem. Uma sala aparentemente comum, uma personagem imóvel e uma atmosfera que parece esconder alguma coisa fora do enquadramento.
MAS O FILME NÃO DEIXA VOCÊ ENCONTRÁ-LO.
UM CURTA QUE NÃO TEM FIM
Dining Room or There Is Nothing é um curta experimental de aproximadamente um minuto, criado por David B. Earle e publicado no YouTube em 2006.
A estrutura é a grande sacada: aproximadamente no meio, o movimento começa a ser reproduzido ao contrário. O áudio também participa da brincadeira, fazendo com que a experiência possa retornar ao ponto inicial.
A MULHER, A MESA E O FOGO
Uma mulher de aparência pálida está sentada diante de uma mesa, segurando uma colher. Ao fundo, através da janela, existe uma imagem de fogo.
Ela permanece com os olhos fechados. A câmera se afasta lentamente enquanto ela murmura palavras aparentemente incompreensíveis. Em seguida, ela cai sobre a tigela.
O que torna tudo mais perturbador é que a sequência depois começa a voltar. O que parecia uma morte passa a parecer um retorno.
“THERE IS NOTHING”
A fala estranha do início ganha significado quando a reprodução chega ao outro lado do loop. A frase “There is nothing” — “Não há nada” — fecha a ideia.
O próprio conceito do filme está ligado ao desejo paradoxal de obter uma prova empírica de que não existe nada “do outro lado” da vida. Em vez de explicar a morte, Earle transforma a dúvida em uma experiência circular.
MORTE.
RETORNO.
E NOVAMENTE VIDA.
O TERROR ESTÁ NO LOOP
Não existe um monstro correndo atrás da personagem. Não existe uma explicação sobrenatural. O desconforto vem da impossibilidade de saber exatamente onde a história começa e termina.
Quando você percebe que a sequência pode continuar indefinidamente, a sala deixa de parecer apenas uma sala. A morte deixa de parecer necessariamente um ponto final. E a frase “não há nada” começa a ganhar um significado diferente a cada repetição.
É aí que o experimento vira terror.
▶ ASSISTA AO CURTA
A postagem original usava o vídeo incorporado diretamente na página. Aqui ele fica acessível por botão, mantendo a postagem mais leve.
▶ ASSISTIR “DINING ROOM” NO YOUTUBEO QUE EXISTE POR TRÁS DO MEDO?
FATO: o curta foi criado por David B. Earle e publicado no YouTube em 2006.
FATO: sua estrutura foi concebida para funcionar como um loop, sem início ou fim claramente perceptíveis.
INTERPRETAÇÃO: a sensação de morte, retorno e vazio é parte da proposta artística do filme, não uma evidência de qualquer fenômeno sobrenatural.
VEREDITO QUERO MEDO
Uma sala.
Uma mulher.
Uma frase.
E um filme que pode continuar para sempre.
DINING ROOM não precisa mostrar o inferno.
Ele só precisa deixar você pensando no que existe quando tudo termina.
'-' nao gostei da foto shaushaushuahsuahsuashua...eu sou tonto,morro de medo de qualquer coisa,mesmo assim,durante a noite eu penso : sera que amanha vai ter post novo ? eu quero é sentir medo !
ResponderExcluiro blog é ótimo ..para os amantes de terror...
vlw ae ! PS : a foto é estranha '-'
Que bizarro e.e''
ResponderExcluirVai entender esses russos "renuncie as ideias de Lamarck e ganhe uma passagem só de ida pra Sibéria".
rsrsrsrr, não entendo para que a colher!!!
ResponderExcluirBeijos!!!!
Caramba! Este é o vídeo mais bizarro que eu já vi.
ResponderExcluir@Felipe Berto - A foto é mesmo assustadora, provavelmente a atriz estava terminando a maquiagem. Fico feliz por você estar acompanhando o blog. Grande abraço e volte sempre! E valeu sempre pelas visitas!
ResponderExcluir@Salocin - Muito obrigado pela visita e comentários. Os russos são bons nisso. Rumo a sibéria. Abraços!
@Janice - Acho que foi um modo de expor o loop acredito. Acho.. Valeu sempre pelo apoio!
@Giulia - É realmente um vídeo bem bizarro, aqui no blog tem mais alguns bem legais também. Dá uma verificada em Cinema quero medo ao lado. Abraços e volte sempre!
muito bizarro...a movimentação de cair na tijela foi muito freak
ResponderExcluirStefano, realmente o estimulo é semelhante, acho que esse foi o ápice para o loop que o diretor objetivou. Que bom que gostou e volte sempre!
Excluirpra que a culher ehusehuuhoohuhueehoohehueheuhooooooooO NÃO entendi '--'
ResponderExcluirO blog é otimo,, vou visitar todos os dias viro vicio spospokoskopoks
ResponderExcluirUau já achei bizarro mesmo sem volume então imagina com volume
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